eComo usar a Skill de Crises?
Em linguagem natural, sem passos nem processos técnicos. Basta pedir na conversa (chat com o Claude), da mesma forma que pedirias a um colega de trabalho.
Exemplos de pedidos para o Claude:
1. Perceber o momento da crise
Para uma leitura estratégica e executiva
Ainda está embrionária?
Está a crescer?
Está a desacelerar?
2. Ver o passo a passo
Para plano de ação e aprendizagens futuras
Como começou?
Quais são os atores-chave?
Quando ganhou ou perdeu força?
3. Receber sugestões de ação
Passos ordenados por prioridade, para contenção ou reversão do cenário negativo — cada um com a ação concreta que implica.
O que é que a Skill de Crises resolve por mim?
O cenário atual | Na prática |
A crise é avaliada a partir da perceção de quem está a observar o feed. | Relatórios rápidos, de gestão e completos para perceber a dimensão real da crise. |
Não é claro se o pico de conversação já passou ou se ainda está para vir. | Trajetória medida: permite identificar se a crise está a crescer, se mantém estável ou já está a perder força. |
O volume bruto mistura imprensa, promoções e vendas com conversas espontâneas. | Ruído removido: promoção, venda e imprensa são contabilizados separadamente. |
Reconstruir o sucedido pode demorar dias, ainda que as decisões tenham de ser tomadas hoje. | Evolução completa do cenário: início, desenvolvimento e situação atual da crise. |
Os atores-chave e os detonadores costumam ser identificados apenas depois, durante o post-mortem. | Atores e detonadores identificados enquanto a crise ainda está em curso. |
O plano de resposta é construído de forma improvisada, sem uma priorização clara das frentes. | Plano de mitigação com ações sólidas e priorizadas para conter o cenário. |
Caso concreto:
Vamos analisar como foi a perceção do público sobre a Nike e a Seleção Brasileira após o lançamento da nova camisola do Brasil.
Aplicações práticas
Comité de crise: Leitura única do quadro para decidir no momento.
Acompanhamento diário: Saber todos os dias se a curva sobe ou cede.
Briefing de porta-voz: O que responder e o que não alimentar.
Alerta precoce: Identificar a crise ainda embrionária.
Post-mortem: Reconstrução completa para aprendizagem.
Playbook de resposta: Ações priorizadas que se tornam protocolo.

