Durante o processo de assinatura de um financiamento, o sistema precisa garantir que os valores assinados estejam corretamente alinhados com as parcelas originais — especialmente quando há correção monetária envolvida.
Para refletir os ajustes monetários de forma transparente, o sistema cria parcelas adicionais que representam a correção monetária e eventuais valores residuais, dependendo do valor efetivamente assinado.
A partir da comparação entre o valor assinado e o valor original da parcela, o sistema identifica qual dos dois cenários abaixo se aplica.
Quando o valor da assinatura é maior que o valor da parcela de financiamento.
Nesse caso, o valor assinado supera o valor originalmente previsto. O sistema cria automaticamente três parcelas:
1. Parcela de Financiamento (Assinada)
Recebe o valor informado na assinatura.
Não passa por correção monetária.
2. Parcela de Correção Monetária.
Identificada pela etiqueta Correção Monetária.
Representa o valor proporcional à correção aplicada sobre o financiamento assinado.
3. Parcela Residual (Financiamento).
Exibida com valor negativo, representando o valor assinado a mais em relação ao esperado.
Não recebe correção monetária.
Exemplo 1
Antes da assinatura do financiamento.
Existia uma parcela de Financiamento/FGTS em aberto com valor nominal de R$1.000,00, sujeita à correção monetária conforme o contrato.
Após a assinatura do financiamento de R$2.000,00, foram criadas três parcelas:
Parcela de Financiamento/FGTS assinada no valor de R$2.000,00, sem aplicação de correção.
Parcela Residual, com valor negativo, representando a diferença entre o valor assinado no financiamento (R$2.000,00) e o valor original da parcela de financiamento (R$1.000,00). Essa parcela não inclui valores de correção nem índices de atualização.
Parcela com etiqueta de Correção Monetária de R$57,16, com valor proporcional à correção sobre o montante assinado de R$2.000,00. Aplicando os índices de correção definidos pela etiqueta para corrigir a partir da data de assinatura do financiamento.
Quando o valor da assinatura é menor que o valor em aberto da parcela existente.
Quando o valor assinado é inferior ao valor original da parcela, o sistema cria também três parcelas:
1. Parcela de Financiamento (Assinada)
Recebe o valor informado na assinatura.
Não passa por correção monetária.
2. Parcela de Correção Monetária
Identificada pela etiqueta Correção Monetária.
Valor calculado de forma proporcional ao financiamento assinado.
A correção segue os índices definidos na etiqueta de correção monetária
3. Parcela Residual (Financiamento)
Exibida com valor positivo, representando a diferença entre o valor nominal esperado e o valor assinado.
A correção segue os mesmos índices da parcela original de financiamento (antes da assinatura).
O valor é atualizado a partir da data de assinatura do contrato, garantindo a correção proporcional ao residual gerado.
Exemplo 2
Antes da assinatura do financiamento.
Existia uma parcela de Financiamento/FGTS em aberto com valor nominal de R$1.000,00, sujeita à correção monetária conforme o contrato.
Após a assinatura do financiamento de R$500,00, foram criadas três parcelas:
Parcela de Financiamento/FGTS assinada no valor de R$500,00, sem aplicação de correção.
Parcela Residual com valor positivo, representa a diferença entre o valor assinado no financiamento (R$500,00) e o valor original da parcela de financiamento (R$1.000,00). Essa parcela inclui a correção proporcional ao valor nominal do residual (R$14,30), atualizada a partir da data de assinatura do contrato, aplicando os mesmos índices de atualização da parcela original do financiamento — neste caso, os índices definidos no contrato.
Parcela com etiqueta de Correção Monetária de R$14,29, com valor proporcional à correção sobre o montante assinado de R$500,00. Aplicando os índices de correção definidos pela etiqueta para corrigir a partir da data de assinatura do financiamento.
Resumo
